segunda-feira, 23 de abril de 2012

NOSSA OPINIÃO Estou mais do que feliz em ver na minha terra, sonhos tomando a direção do concreto.Fui,não um tanto distante,na plena vigência da Ditadura Militar de l964,um opositor do regime instaurado aqui no Brasil,com influência mínima na acepção política partidária da época,de uma maneira bem especial em Apuiarés.Em meu torrão natal, berço dos meus antepassados,onde no limiar da minha juventude apressada pelo melhor do nosso povo,fiz parte das fileiras democráticas do saudoso MDB,andei semeando num campo minado de muitas incompreensões d'aquele tempo,o marco fértil do povo no poder,com paz e justiça social.O Movimento Democrático Brasileiro,era o Partido de oposição ao partido do Generais da Revolução.Há época tive a petulância de buscar pelo MDB,uma vaga de Vereador Junto a Camara Municipal de Apuiarés,o que ocorreu,graças a bondade do povo,que me deu a oportunidade de ser o único Vereador do Vale do Curú,a fazer oposição,enfrentando a tudo, no revés de um tempo,que ser o lado contrário , era uma loucura e imaginemos ao lado dos que faziam a contra revolução nacional.Tempo difícil,onde havia o clima da prática provincial,onde se quer o eleitor adversário não te dava um bom dia,haja visto que era proibido pelos chefões.Fazendo parte de um poder legislativo,que começou a ter reuniões conosco a partir de l977,pois antes a Câmara não se reunia normalmente,em virtude de não haver necessidade.Todos vereadores das legislaturas anteriores,faziam parte do mesmo bloco partidário e eram seguidores fidedignos,com certeza,pois divergências não existiam e nem pensar,que era um pecado capital.Seguindo em frente,orientado e mais amadurecido na prática dos acontecimentos político-partidário,fui mais uma vez eleito e reconduzido a Câmara Municipal,sempre ao lado do povo,defendendo aos trancos e barrancos as suas necessidades,porque a esta época não existia este rio cheio de benefícios que temos nesta ocasião da modernidade, para dar assistência aos nossos munícipes não.Existia sim,um povo carente,muita precisão mesmo e até para saciar a fome,algumas famílias escapavam comendo calango e o apetitoso aruá das ribanceiras do nosso bondoso rio curú.Concluído os meus dois mandatos em l988,deixei a marca rotulada da plena independência administrativa e financeira da Câmara Municipal instituída ao tempo da nosso comando como Presidente da Casa,com a plena aprovação dos colegas vereadores.Antes a Cãmara Municipal era totalmente dependente do poder Executivo e hoje fico cabisbaixo,quando tomo conhecimento de que o nosso poder legislativo ainda está atrelado ao Poder Executivo,o que não acredito,poia não há a mínima necessidade de tal dependência.O que está faltando é a plena convicção de que VEREADOR É UM REPRESENTANTE DO POVO E MESMO PISANDO EM BRASA ARDENTE, DEVE ESTÁ AO LADO DO POVO.Ficar jogando farpas pra todos lados não é e nunca será a solução de resolver os problemas de uma classe trabalhadora.O diálogo é o aconselhável e as picuínhas políticas devem ficar para trás,haja visto que o trabalhador também teve perdas aí pelo passado e hoje os que estão gritando,foram sem nenhuma dúvida, os arautos deste prejuízo, que penalizou a muitos funcionários da Prefeitura Municipal.Tampar o sol com uma peneira é muita fácil.Os prejuízos da classe estão aí não só por falta da sensibilidade da situação,mais dos senhores também que se dizem fazer oposição.Faltou maturidade,inteligência e outros adjetivos nas negociações que prejudicaram a muitos e beneficiou a poucos.

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