Virgílio de Morais Fernandes TávoraOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
Virgílio de Morais Fernandes Távora (Jaguaribe, 29 de novembro de 1919 — São Paulo, 3 de junho de 1988) foi um político brasileiro. Era sobrinho do político e militar Juarez Távora.
Índice [esconder]
1 Biografia
2 Locais batizados em sua homenagem
3 Notas e referências
4 Ligações externas
[editar] BiografiaVirgílio de Morais Fernandes Távora nasceu em Jaguaribe-Mirim hoje conhecido por Jaguaribe. Filho de Manoel do Nascimento Fernandes Távora[1] e Carlota Augusta de Morais Távora. Ingressou na Escola Militar do Realengo no Rio de Janeiro em 1938 influenciado pela carreira militar de Juarez Távora, seu tio. Passou pela Escola de Estado-Maior do Exército e pela Escola Superior de Guerra chegando a Coronel em 1960. eleito deputado federal pela UDN em 1950 e 1954, foi o representante da oposição ao governo Juscelino Kubitschek na diretoria da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (1959-1961) e membro do Conselho Nacional do Serviço Social Rural (1960-1961). Ministro dos Transportes[2] no gabinete parlamentarista de Tancredo Neves[3] deixou o cargo para disputar o governo do Ceará.
À frente de uma coligação chamada "União pelo Ceará" reuniu em torno de si a UDN e o PSD pacificando a cena política local[4] lançando as bases do que seria a ARENA após a decretação do bipartidarismo via Ato Institucional Número Dois em 1965. Em seu governo a energia da Usina Hidrelétrica de Paulo Afonso chegou progressivamente a todo o estado e assim foi incrementada a infraestrutura local[carece de fontes?] e implantado o Distrito Industrial. Em sua gestão aplicou o chamado "Plano de Metas do Governo" (PLAMEG). Em 1966 foi eleito para o seu terceiro mandato de deputado federal.
Ao lado de César Cals[5] e Adauto Bezerra[6] formou o triunvirato de coronéis que dominou a política cearense durante todo o Regime Militar de 1964 sendo que Virgílio Távora foi eleito senador em 1970 e indicado governador do Ceará pelo presidente Ernesto Geisel em 1978. Filiado ao PDS foi eleito para o seu segundo mandato de senador em 1982 com uma votação recorde até então[7] sendo que permaneceu no partido mesmo com o surgimento do PFL em 1985. Pai do falecido deputado federal Carlos Virgílio Távora (que foi genro do político piauiense Alberto Silva) e concunhado de Flávio Marcílio, foi vitimado pelo câncer quando de sua internação no Hospital Albert Einstein na capital paulista.[8]
[editar] Locais batizados em sua homenagemAeroporto Coronel Virgílio Távora - Boa Viagem
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