quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

NOSSA ÁGUA DE CADA DIA

É moda bem evidente e uma vergonha para quem tem sentimento,o comércio desenfreado
da água que determinada Associação de Moradores está distribuindo em diversas comunidades do Município de Apuiarés.O produto é de péssima qualidade físico-química e bacteriológica,o preço é aviltante,a demanda é alarmante em função da falta que já se tornou uma constante,aja visto que em algumas comunidades,raros são os dias que o líquido chega as torneiras.Existe sim,a exploração do comércio da água,em parte da ribeira do rio Curú,com uso de Associação como fachada,para esconder o desonesto comércio,praticado abertamente sem nenhuma reserva de escrúpulo,por particular que tem
o comando de tudo.É uma prática viciada com o uso de um bem público a serviço de um comando privatizado que deveria no mínimo zelar pelo grande imteresse da coletividade,que seria uma água de boa qualidade e com suficiência.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

MONTEALVERNE UM MONTÃO DE NECESSIDADE

MONTEALVERNE é um pequeno povoado aqui pertinho do Distrito de Vila-Soares,Apuiarés-Ceará ,do qual faz parte e que necessita da presença do poder público,para dar melhores condiçõea de convivência da comunidade.Afora a pavimentação em pedra tosca,que foi
feita na administração atual,há décadas não tínhamos nenhuma obra pública como melhoria da estrutura física do lugarzinho.Contando também com um antigo posto de saúde e uma escola de remota construção,é bem evidente a falta de iluminação
pública, o que tem sido motivo para reclamações de seus moradores.Trabalho social,não existe no lugar e a segurança pública inexiste.É muito conhecida no Município,como local de acontecimentos deploráveis,tais como assaltos e assasinatos
horripilantes,o que vem na contra mão do comportamento da comunidade, que alí reside,onde no passado, reinava a paz e a tranquilidade das famílias.Hoje o clamor é grande e eis que seria bem melhor olhar para aquela gente com mais amor.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Várzea-Grande às escuras

Vàrzea-grande é uma pequena comunidade da ribeira do Curú,que faz parte do Distrito de Vila-Soares,parte territorial do Município de Apuiarés-Ceará.Todos que alí residem
pagam religiosamente iluminação pública Municipal,mas a escuridão prevalece no âmbito
da modesta coletividade,que de tanto sentir a necessidade do benefício,preferiu calar e não reclamar para ver o que aconteceria por parte da COELCE E DA PREFEITURA,PARA RESOLVER O TORMENTOSO PROBLEMA.Já são 16 postes sen iluninação contabilizados e a grande espera irá continuar até que alguma providência seja tomada.Vamos aguardar e esperar o que vai ocorrer com tanta falta de compromisso e de zêlo por quem deveria resolver esta pendência.

PARABÉNS VILA-SOARES

Vila-Soares,Distrito situado na ribeira do Curú,recebeu da Administração do Prefeito
Roberto Sávio,um moderno Ginásio Poliesportivo,para atender a grande demanda desportiva da nossa Comunidade,que tem uma alta carência neste setor.Agora com a chegada desta magnífica obra,acreditamos que as reclamações do pessoal adolescente e da juventude que gosta do esporte,sejam supridas com todo empenho e que num pequeno espaço de tempo, sejamos vitoriosos em todas contendas desportivas que vão surgir.Ao Ministério do Governo Federal,A Prefeitura Municipal de Apuiarés e ao Sr Prefeito Roberto Sávio, o nosso nuito obrigado.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

OPERADORA CLARO GERA CAOS SOCIAL

A Operadora Claro por pura e falta de compromisso com os seus usuários,está gerando angústia,constrangimento,revolta e um isolamento total da comunidade rural do Muncípio de Apuiarés,com o mundo das comunicações.Em todos quadrantes da municipalidade,o serviço de atendimento ao cliente é um horror e o que mais Nos deixa a desejar é a falta de quem
para quem apelar,aja visto que a Dona Claro é omissa até no receber das reclamações.É incrível, mas é verdade,teremos que voltar ao tempo do homem
das cavernas,usando sinais de tambores e sinalizando com fumaça,caso queiramos se comumicar com os mossos semelhantes.Em pleno século XXI,estamos pedindo socorro a um meio de comunicação que deveria ter um pouco mais de responsabilidade.SOS URGENTE-VILA FM 98,7MHZ-VILA SOARES-APUIARÉS-CEARÁ-CELULAR SEM FUMCIONAR-9137O399.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Fósseis do período jurássico serão pesquisados no Cariri


Na próxima semana, uma equipe com dez pesquisadores, entre eles alunos e professores de Paleontologia da Universidade Regional do Cariri (Urca), vão começar uma escavação paleontológica inédita, com perfil em fina escala, no Município de Missão Velha. A pesquisa pretende identificar, em um primeiro momento, o nível fossilífero com restos de peixes, plantas e possíveis animais terrestres que viveram no período jurássico superior, na Bacia do Araripe, há cerca de 160 milhões de anos.

Por meio dos trabalhos de construção da Ferrovia Transnordestina foram encontrados fragmentos de fósseis na formação Brejo Santo. Porém, os trabalhos foram realizados com máquinas e sem o objetivo de encontrar fósseis. Algumas peças achadas nos locais onde estão sendo efetuadas as obras foram levadas ao Laboratório de Paleontologia da Urca. Lá, os pesquisadores observaram que no local pode haver indicações da existência de bons fósseis que podem fornecer informações sobre o período jurássico. Até agora, foram encontrados sedimentos de celacanto, que é um grupo de peixes com nadadeiras articuladas e que pode se dizer que é o grupo que está entre a evolução de peixes e anfíbios.

De uma maneira geral, a era é pobre no registro fossilífero em todo o mundo. As melhores exposições estão em continente europeu e na América do Norte. Devido à abundância de água e a força da mesma, os restos de seres vivos não se fossilizavam. Segundo o professor e paleontólogo, Álamo Feitosa Saraiva, os fósseis encontrados, geralmente, são quebrados ou simplesmente não existem.

A expectativa da equipe de pesquisadores é conhecer o período jurássico da Bacia do Araripe, bem como desenvolver técnicas para a realização de escavações controladas em rochas areníticas, que são muito frágeis. Em uma área de aproximadamente 50 hectares, os pesquisadores acreditam que apenas um hectare é propício para as escavações, devido à grande quantidade de sedimentos de outras formações geológicas e erosão que já alteraram as rochas em parte do conjunto do segmento jurássico.

Desde 1800, quando João da Silva Feijó citou, pela primeira vez até hoje, a existência de fósseis na Bacia Araripe, nunca haviam sido encontrados fósseis do período jurássico na região. Nas escavações que serão iniciadas, os pesquisadores esperam encontrar, principalmente, restos de dinossauros, pterossauros, tartarugas e crocodilos. Entretanto, as peças só poderão ser achadas após a realização de vários trabalhos de campo.

Para Álamo Feitosa, os achados podem ajudar a planejar o futuro da humanidade. De acordo com ele, é preciso conhecer o passado e o presente para poder planejar o futuro. "Os fósseis irão representar o conhecimento do subsolo da região. Darão informações sobre a origem de muitas espécies atuais e também irão despertar nas novas gerações o gosto pela pesquisa, pelos trabalhos de campo e pela ciência de modo geral", diz ele.

Diversidade

Na área da Bacia do Araripe, já foram descritos cerca de 60 espécies de plantas, 250 de insetos, 32 de peixes, 27 de pterossauros, cinco de dinossauros, três de crocodilos e cinco de tartarugas. Os achados estão em museus localizados em todo o mundo, inclusive, em Santana do Cariri, no Museu de Paleontologia da Urca. Segundo Álamo Feitosa, a quantidade, diversidade e excelente estado de conservação dos fósseis encontrados na região são relevantes para a Paleontologia. "Se cada fóssil ou unidade fossilífera encontrada é uma palavra no livro da vida, então, a Bacia do Araripe é pelo menos um capítulo neste livro", revela.

Mas, ele afirma que as pesquisas poderão encontrar apenas partes dos dinossauros. Nunca antes e em nenhum lugar eles foram encontrados completos, no período jurássico. A pesquisa será financiada pelo CNPQ. Em três anos de escavações e descobertas de novas reservas na Bacia do Araripe já foram investidos R$ 146 mil.

Fique por dentro
Períodos da Era Mesozóica

A era Mesozóica, composta pelos períodos Triássico (entre 245 e 200 milhões de anos), Jurássico (entre 200 e 145 milhões de anos), e Cretáceo (entre 145 e 65 milhões de anos), teve início no final do permiano, quando 95% da vida na terra foi extinta pela erupção de um grande vulcão, localizado onde hoje é a Sibéria. A era terminou quando um grande asteroide caiu na localidade que atualmente é a Península Yucatan, no México. O fato provocou a extinção de seres vivos como dinossauros, pterossauros e muitas espécies de plantas e animais marinhos. Tudo isso, permitiu a expansão dos mamíferos e dos vegetais com frutas que foram a base para o aparecimento do homem no planeta Terra.

MAIS INFORMAÇÕES

Geopark Araripe
Rua Carolino Sucupira, S/N
Bairro Pimenta, Município do Crato
Telefone: (88) 3102.1237

Fonte:DN

Canindé tem zona rural sem energia.


Canindé Moradores das localidades de Cafundó, Escondido e Guaribas terão um Natal iluminado. Sem acesso para trafegar carros, motos, bicicletas e até mesmo animal, as 34 famílias que residem na região que faz divisa com as cidades de Choró e Canindé, aguardam com expectativa a instalação de rede elétrica pela Coelce.

Ao todo, serão 254 postes e 19 transformadores que serão instalados para que a energia bifásica entre em funcionamento antes do dia 20 de dezembro.

De acordo com informações de técnicos que acompanham os projetos da empresa, serão investidos na obra de eletrificação rural, R$ 795,5 mil.

"A previsão da Coelce é que antes do dia 20, tudo esteja pronto para ser inaugurado´´, disse André Dias, do Departamento de Projetos do órgão.

Está previsto para amanhã, um grupo de funcionários da Empresa subir até a serra para conhecer de perto a realidade de cada família e assim poder fazer o Natal com iluminação.

Para chegar em Cafundó e Escondido, é preciso subir a serra de 200 metros de altura. Somente para Cafundó, o percurso demora mais de uma hora, em acesso difícil. Quando os mais velhos adoecem e precisam ir à cidade, descem carregados em uma rede, pelos filhos, netos e amigos mais próximos.

As crianças só vão às aulas três vezes por semana, porque não aguentam subir e descer o trajeto nos cinco dias letivos.

Não existe energia elétrica, estradas, água encanada e as casas são todas de taipa. "Aqui nunca vai poder circular um carro, uma moto, uma bicicleta e até animais precisam ser bem treinados para chegar na linha da serra´´, afirma Antônio Gomes de Sousa, de 70 anos.

Escondido fica a 600 metros acima do nível do mar. São exatos 16 quilômetros subindo serra para descobrir a localidade. Não há nem estradas vicinais, somente trilhas que, em determinados momentos, requerem o GPS para localização.

Fonte:DN